domingo, 7 de abril de 2013

Libertei você da minha mente
Soltei-o do pote de mel
Desacorrentei-o daquela gaveta
Desfiz as nuvens, tingindo o céu.

E você voou para o distante
Onde os meus olhos não podem ver.
Agora eu posso te imaginar
Um pássaro fosco longe do altar.

Contemplo o invisível sereno brando
Sem ter nada palpável nas mãos.
Planos trágicos eu edifico
Sem temer o sonho ancestral.

Perdi meus medos
Perdi meus vícios
Perdi a vontade de esperar.



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